28 de mai. de 2011

Considerações sobre a minha Preguiça.

Bom, não sei quanto a vocês, mas eu sem dúvidas sou alguém totalmente entregue ao ócio. Não, isso não é algo do qual eu possa me orgulhar, até porque não é nada agradável ouvir por aí as pessoas reclamando sobre o meu eterno relaxamento. Sou daquelas que chega, se joga e morre. Fim. É isso aí. Tenho vontade de fazer as coisas, desde ler um livro inteiro em menos de um dia à fazer um post para o blog, por exemplo. Mas como eu costumo dizer “ela” não deixa. Ela quem? Minha preguiça é claro. Quem me conhece, sabe que já trato essa minha tendência ao “ato de fazer porra nenhuma” como alguém. Sim, personificou-se.
Alguns, como a minha mãe, sempre dizem “Nossa garota, que feio. Isso é coisa do capeta.” Desde já eu digo que não tenho argumentos quanto à essa – horrorosa  – afirmação. Mas como já disse antes, essa minha companheira não é “alguém” do qual eu tenha orgulho. Trabalhos, deveres, livros... Todas tarefas interminadas, esperando por um lampejo de força de vontade para serem enfim, acabadas. Ou pelo menos começadas, por assim dizer. E lógico, sempre são feitos de última hora.
O fato é, o que deveria  de fato fazer? Lutar contra a minha própria natureza? Sim! Claro que é essa a resposta correta. Preguiça não é algo bom, não faz bem à ninguém. Tanto que ao fim desse texto esperava ter argumentos para afastá-la de mim. Mas, ainda tenho tempo pra isso, depois eu faço...

26 de mai. de 2011

Cadê?


Lembra daquela garota? A engraçada, que fazia todo mundo rir, que se jogava na vida sem medo, que corria, pulava, brincava sem compromisso. Aquela cheia de sorrisos, com o coração gigante, a que ficava por aí, distribuindo abraços no tamanho certo pra quem precisasse. Onde ela foi parar? Você viu? Eu não sei. Por muito tempo ela esteve aqui, muito tempo, tanto tempo... Mas se foi. Perdeu-se. Talvez tivessem confiado que ela ia ficar ali pra sempre, acostumados a vê-la no mesmo lugar, com as mesmas atitudes, já estava clichê. Por que ela se foi? Ninguém sabe ao certo. Provavelmente estivesse cansada de tentar fazer todos rirem, de sempre parecer destemida, talvez ela quisesse mais segurança. E se ela precisasse de alguém pra sorrir quando o seu sorriso não estivesse mais lá? Talvez ela quisesse alguém pra abraçar de volta. Ela cuidava de todos, o tempo inteiro. Mas dela, quem cuidava?

Chega de Indecisão


Eu não quero ter que te perder assim por tanto tempo. Esse negócio de não saber o que quero essa confusão de não conseguir controlar o que sinto já me encheu. Demorou pra de fato cair a minha ficha de que o que eu realmente quero é você. Pura e simplesmente do jeito que é.  Não quero ter que viver sem isso que eu gosto tanto, isso que eu sinto. Não sei por que fui boba o suficiente pra te deixar ir embora. E agora? O medo de te querer de volta e não poder ter, é o pior. Mas é arriscar, jogar teu jogo, deixar de orgulho, por que ele de fato nunca me levou a lugar algum mesmo. Não vou mais mentir, pelo contrário, vou deixar bem claro agora, EU QUERO VOCÊ. Lide com isso.

24 de mai. de 2011

Maybe


Lembro de quando a minha risada estranha te fazia feliz. Dos muitos sorrisos, poucos gestos, nenhuma palavra. De quando ficar perto bastava. Paro e pergunto o porquê de termos nos perdido no tempo, da distância que o silêncio de olhares nos sentenciou. Sinto falta. Mas me sinto egoísta por sentir. Por não saber se sinto falta de você apenas, ou pelo o que sentia por mim. Não que sentir a falta signifique que quero de volta, fico feliz que você esteja livre enfim, livre de mim. Talvez as coisas voltem, o tempo nos encontre mais uma vez. Talvez as coisas se ajeitem e daremos então um jeito de ser apenas eu e você, nada mais além de nós. Eu por você, você por mim, amigos. Simples assim.

The One That Got Away

Bom, quem me conhece sabe que gosto muito meeeeeeeeeeeeeeesmo, da Alecia Moore, que você provavelmente deve conhecer como: P!nk. O que me atraiu mais nela primeiro, foi o nome, confesso. Mas algo tem que chamar a atenção para que você se aprofunde no assunto, certo? Comecei a pesquisar sobre as músicas e me apaixonei. São músicas lindas, tocantes e algumas parecem que foram escritas exatamente para aquele momento em especial. Sem contar que a voz da mulher é incrível né gente, pffff. Anyway, só queria postar o vídeo de uma das músicas que eu não parei de ouvir essa semana D: 


             


Espero que gostem, beijocas. :)



Que seja...

Minha cabeça gira sem parar e nem ao menos saí do lugar. Meu pacto com o silêncio patrocina a minha distração. O meu relógio “tic taca” diferente, estou enxergando do ponto de vista que ninguém resolveu olhar. Imagino coisas fora do comum, às vezes a normalidade me dá preguiça e o sono não tem afastado meus problemas. Tenho corrido por lugares diferentes todos esses dias, ainda assim não encontrei meu lugar. Tudo mistério, tudo segredo. Deveria ter medo? Dei adeus aos laços de seda que prendiam fortemente minhas mãos. Fiquei sem norte. Sei de onde saí. Não sei pra onde ir. Por enquanto me contento com os sorrisos bobos ao falar sozinha. E as lembranças. Deixa o que seja ser.